SP—Arte 2025
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SP—Arte 2025

Datas2 – 6 abr 2025

Em ensaio publicado em 1971, a historiadora da arte estadunidense Linda Nochlin questionava “Por que não houve grandes artistas mulheres?”, refletindo sobre as barreiras institucionais e estruturas sociais opressoras que impedem mulheres de ter sucesso nas artes.

O stand da FLEXA na SP-Arte 2025 costura essa história de grandes artistas mulheres, partindo de nomes como Ione Saldanha, Maria Leontina e Tomie Ohtake, que nasceram na década de 1910 e entraram para o meio de arte já cercada de referências femininas. E chegamos às gerações mais recentes, com Tadáskía - que amplia o debate de gênero para outras questões sociais por ser uma artista negra, trans e de origem periférica - e Melissa de Oliveira - a mais jovem entre as selecionadas.

Privilegiando um amplo recorte territorial, de acordo com a vocação da FLEXA, a seleção abrange nomes estrangeiros em diálogo com a arte nacional, como a chilena Cecilia Vicuña, a sul-africana Marlene Dumas, a argentina Marta Minujin, a estadunidense Nan Goldin e a japonesa Yayoi Kusama. Inclui-se também imigrantes que tiveram extrema importância no curso da arte brasileira, como a italiana Anna Maria Maiolino e a suíça Mira Schendel.

Preview da feira

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